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Mobilidade Urbana

24/01/2017 14:30

Governo apresenta projeto do VLT na Bovespa

Nesta sexta-feira (27), às 9h30, o projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos – VLT será apresentado na Bolsa de Valores de São Paulo – Bovespa, direcionado a empresários interessados na implantação, operação e manutenção do sistema. A sessão pública será coordenada pelo secretário da Casa Civil do Governo da Bahia, Bruno Dauster, com a participação da Secretaria de Desenvolvimento Urbano - Sedur, da Companhia de Transportes do Estado da Bahia – CTB e da Secretaria da Fazenda – Sefaz.

Na semana passada (dia 21), o projeto do VLT foi apresentado à população baiana, em uma audiência pública em Paripe. “O objetivo é o mesmo; de recolher propostas e sugestões, além de esclarecer dúvidas sobre o processo licitatório para seleção da melhor proposta para contrato de Parceria Público Privada (PPP), para execução do projeto do VLT. Só que, agora, com foco no setor empresarial”, pontuou a diretora de Programas e Projetos de Mobilidade da Sedur, Ana Cláudia Nascimento. 

A documentação referente ao projeto já está disponível no site da Sedur e também pode ser consultada na sede da secretaria, no Centro Administrativo (CAB). Sugestões devem ser envidas via e-mail (vltsalvador@sedur.ba.gov.br) ou protocoladas na própria secretaria. 

Mais mobilidade

Com 18,5 quilômetros de extensão e 21 estações, o Veículo Leve sobre Trilhos irá substituir o atual Trem do Subúrbio, com perspectiva de beneficiar mais de 1,5 milhão de moradores da região. A previsão é de início das obras em até 90 dias após a assinatura do contrato da PPP, e com prazo para conclusão de 36 meses.

Com investimentos em torno de R$ 1,5 bilhão, estão previstas intervenções em duas fases: a primeira, entre o Comércio e Plataforma, tem 9,4 km; a segunda, entre Plataforma e São Luiz, tem 9 km. O projeto ainda prevê integração com as linhas 1 e 2 do metrô e com o BRT (Transporte Rápido por Ônibus) metropolitano. 

Atualmente, a malha ferroviária que liga Paripe à Calçada é de 13,6 quilômetros. As atuais 10 estações serão desativadas e reaproveitadas para prestação de outros serviços à comunidade, como postos da Polícia Militar e centros de atendimento.
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